UnLucky Luke

Venho do escuro,
Trago o Medo,
Sou inseguro
E só tenho um dedo.

Um dedo de testa,
Dois de consciência,
Pois é aqui, nesta,
Que se nota a demência.

A demência que existe,
Neste meu ser azarento.
Vem devagar e triste,
A passo muito, muito lento.

Rico, Grande e feliz,
Tomara ser como um duque.
Mas o homem deste nariz,
Dá pelo nome de UnLucky Luke.
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