Hoje, no dia em que tenho a maior dor de cabeça da minha vida, a prateleira da cozinha decidiu atacar-me com toda a sua fúria na minha sempre cabeça desprevenida, com o seu canto mais pontiagudo e a força de um lenhador decidido a dividir em dois o mais teimoso dos troncos. Sim, fez sangue. Mas eu ri-me. Jamais serei motivo de escárnio para um pedaço de madeira velha.
Vinte e Nove de Março de Dois Mil e Treze.
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1 de Abril.
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